O SONO SE PERDEU NO CAMINHO 
São quase três horas da manhã, acabei de comer uma salgada omelete e agora o cheiro está em toda a casa. O único som é o do teclado do computador enquanto digito. Ah, a cada dois minutos quase que precisos, ouço os carros que passam em alta velocidade pela pista que fica aqui perto de casa. Estava pensando que “ele” acha que meus pés desengonçados, são feios; mas diz que adora meu sorriso. Aí parei pra pensar quais são as coisas que mais gosto nessa vida. Já parou pra pensar nisso? Acho que se eu fizer a mesma pergunta daqui a alguns meses, os itens da lista de resposta já vão ter mudado pra você e pra mim. (Outro carro passou lá na pista).
Hoje gosto de ouvir velhinhos e velhinhas que tem o hábito de contar histórias antigas e ensinar lições, de milk shake, de ver meu irmão dormindo enquanto penso que ele cresceu rápido demais, de motivar um sorriso largo no rosto do meu amor, de ouvir o ronronar de um gatinho peludo, de receber abraços sinceros, de dançar enquanto canto e ninguém observa...
Vixi, a gente gosta de tanta coisa, não é mesmo? E, por vezes, aquilo que desgostamos nos ocupa tanto a ponta de nos distanciar do que nos faz bem. Ah, amanhã bem cedinho vou enricar o sorveteiro de tanto tomar milk shake! Qual sabor você quer? P.S.: Casa nova ou melhor, lar novo!
Escrito por Lu Zani às 03h09
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CAMINHANDO A GENTE APRENDE A CAMINHAR 
De dia o cheiro é do jardim da casa onde moram meus pais. Pouco mais tarde (se é que seis horas da manhã pode ser considerado um horário mais ou menos tarde) sempre tem o cheiro daquele toucinho ou do ovo que a vizinha prepara para colocar na marmita do marido. Quando o horário do almoço se aproxima é fácil saber se o vizinho do lado esquerdo vai comer bife acebolado ou o da frente, omelete. Ah, os moradores da esquina eu vi crescerem e um da direita, vi morrer. Todos na rua sabem o horário que a dona Maria sai para trabalhar e quanto tempo ela tem para o almoço. Não é difícil ter ciência também de que o João e a Rosa discutem todos os dias e que a Joana e família assistem TV em alto volume e dão gargalhadas no horário que a maioria dos vizinhos já esquenta as camas com os corpos preparados para a labuta do dia seguinte. Nas ruas têm semáforo, carro velho e carro novo, daqueles que nem anúncio na televisão tem ainda; mas não tem cheiro de trânsito. Depois que a noite cai, tem lugar da cidade com cheiro de cachorro-quente, gosto de terra molhada, vista de vizinho na cadeira de área colocada estrategicamente na calçada para observar o movimento nas ruas. Também tem lugar com cheiro de mato, mato mesmo e muitas casas em construção. Foi nesse lugar, com menos de duzentos mil habitantes e muitas percepções que nasci... chorona e de onde saio, menos chorona é verdade, mas muito mais feliz. ***P.S.: Vou sentir saudade da terrinha quente do boi gordo***
Escrito por Lu Zani às 20h21
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WHY NOT???

Essa é a pergunta que tenho feito a mim mesma há várias semanas. Assunto específico? Não. Cada situação, seja aquela corriqueira do dia-a-dia ou um inesperado convite (daqueles de dar motivo pra roer até as unhas das mãos alheias) devem nos fazer pensar a preferir o rápido “melhor não” como resposta. ***ESTÁ COM PREGUIÇA DE LER O TEXTO INTEIRO? EU RESUMO...Sabe aquela letra..."cada um carrega o dom de ser capaz, de ser feliz"? É isso aí, "preguissento"! Continuando...a velha mania de escolher o comodismo e a imprestável rotina pode nos privar de sermos melhores, de oferecermos momentos de felicidade a alguém que cruza pelo nosso caminho ou até mesmo de ter razões gostosas pra tirar da cama a bazanfa todos os dias. Depois que passar, já era. Não adianta lamentar. Ninguém quer conviver com um reclamão. Por que não viver com alegria? Por que não se esforçar para que aquela meta se cumpra? Você vai perceber que, em grande parte das vezes, se deseja um bom dia “atravessado”, nem vai prestar atenção num possível sorriso sincero que possa vir como resposta. Nada erra de endereço ou deixa de ter uma razão de ser, mas é preciso mexer os pauzinhos (para os mais maldosos, aviso logo que não é dos japoneses que estou falando). Sei que não tem graça, só quis colocar a tímida e deficiente veia humorística pra fora! Deixei de escrever por um tempo, mas não foi preguiça...foi culpa da vida-montanha-russa mesmo. E que fique claro que eu é que topei entrar nela e agora vou travar o carrinho quando ele estiver no cume da montanha e nada de ficar com medo e descer gritando feito doida. Depois que os cintos estiverem bem apertados, eu quero mais é que o vento lá do alto me despenteie os cabelos! ***P.S: Essa foi a melhor páscoa de todos os tempos. Coelhinho, te devo essa!***
Escrito por Lu Zani às 20h42
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FAÇA VALER A PENA

O grande barato da vida é olhar pra trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e AGORA! Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o bolo sola, o pneu fura, chove demais. Mas... Pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Às vezes se espera demais das pessoas...normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou...normal. Todos nós devemos transformar tudo em uma boa experiência. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro de uma frase): "Cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade".
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Acredito que ou nos conformamos com a falta de algumas coisas, ou nos esforçamos para realizar todas as nossas loucuras...seu eu fosse você tentaria realizá-las. Mas seja forte o suficiente para enfrentar os obstáculos; paciente para saber esperar o resultado; e capaz de reconhecer, no final de tudo, seu esforço e ver que ele não foi em vão.
No final de cada jornada (a vida é cheia delas) olhe pra trás e enxergue uma vida maravilhosa, cheia de alegrias, viagens, sorrisos, amores, paixões, beijos, abraços, amigos, realizações, conquistas. Tenha inúmeros bons momentos dos quais relembrar; veja o pôr e o nascer do sol; tenha também momentos difíceis (eles nos ensinam a crescer). Tenha noites de insônia, daquelas que acabam virando momentos refletores da nossa vida. Tenha noites de poucas horas de sono, por causa daquela tão esperada balada.
Ao olhar pra trás veja que cometeu loucuras em certos momentos, mas que também tenha agido com consciência em outros. A vida precisa de um pouco de equilíbrio, afinal, quanto mais tempo passa, mais problemas temos que enfrentar... Chore quando for preciso desabafar aquela agonia incontrolável. Se sinta cansado, exausto de tanto pular, gritar, dançar e cantar.... E que no fim da noite você pense: VALEU A PENA!!!
(Autor desconhecido)
***P.S.:EU INTERPRETO "FAÇA VALER A PENA" COMO "APRENDA A FAZER COM QUE A FELICIDADE PASSE A TER ORIGEM DENTRO DE VOCÊ E DEPENDA MENOS DE FATORES EXTERNOS, QUE DEVEM SER SOMENTE NOSSOS PILARES"***
Escrito por Lu Zani às 22h34
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AHHHHHHHHHHHHHH

Que vontade de gritar palavrões cabeludos daqueles que soltamos quando batemos o dedinho no canto do sofá!!!
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
P.S.: Não há mal que dure para sempre nem bem que nunca acabe. Assim diz a minha sábia avó
Escrito por Lu Zani às 00h27
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DESABAFO EM "VOZ ALTA"

"Devemos ser a mudança que queremos ver"
Escrito por Lu Zani às 19h27
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REAPRENDER

Na vida, as mudanças ocorrem inevitavelmente e, certas vezes, quando isto acontece, surge a certeza de que nunca deixaremos de sentir falta daquilo que um dia já foi tão significativo a ponto de fazer parte de nós ou de nos fazer pensar que jamais poderíamos viver sem.
Como diria Spielberg, amar é como morrer, ir até o céu e voltar com vida; pode representar o céu e o inferno, segundos depois.
Agora a necessidade é de aprender a conter a tristeza diante de um jogo de xadrez, de uma escova de dente, daquela música infantil ou certa reportagem a ser criticada.
"Acabamos aprendendo que o que desejamos nem sempre é o que nos faz feliz, mas nos torna melhores a medida em que Deus sabe que é aquilo que precisamos".
Que Ele nos oriente e conforte agora e sempre, porque não dá para aprender a "desamar"!
***P.S.:Essa é a dor que mais dói***
Escrito por Lu Zani às 17h44
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SÓ SEI QUE É ASSIM...
Vontade de compartilhar...piadas sem graça, cantos desafinados, beijo espontâneo e banco de praça. Vontade de compartilhar divisão de confidência, conversa jogada fora, opiniões semelhantes e hot dogs que lembrem a adolescência. Vontade de compartilhar ausência consentida, troca de olhares, incômodos inevitáveis e discordâncias sem sentido. Vontade de compartilhar ombro emprestado, carinho doado e cumplicidade antes nunca tão combinada. Somente é maior que a vontade de compartilhar, o desejo de que tudo isso, por toda a eternidade possa durar.

***P.S.:"You give me feelings that I adore"***
Escrito por Lu Zani às 16h18
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SINCERAMENTE, FELIZ ANO NOVO
É engraçado mesmo. Algumas pessoas passam o ano se agredindo, desejando mal umas às outras ou levam os dias sem sequer trocar cumprimentos cordiais. Chegado o natal ou o momento de fazer a passagem de um ano para outro, todos passam a se amar milagrosamente e chegam a trocar elogios e votos "sinceros" de felicidades.
Ah, me poupe. Quer manifestar o seu carinho ou admiração por alguém? Faça durante o ano todo, independentemente da data ou circunstância. Talvez acabe tendo significado ainda maior e isso porque não será esperado.
Parece revolta, mas não é; pode acreditar. É só uma vontade sincera de que o perdão, a honestidade e o companheirismo façam parte do nosso dia-a-dia.

***P.S.:Hoje as nuvens fugiram do céu e deixaram-no num azul tão homogêneo que chega a causar incômodo. Feito um detalhe final dado pelo pintor em uma obra-de-arte, a lua, acompanhada de uma estrela solitária, embeleza agora o azul-claro abundante***
Escrito por Lu Zani às 21h04
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CALENDÁRIO NOVO
E quem foi que disse que o prazo final para que consigamos realizar tudo aquilo que planejamos precisa terminar exatamente com o fim do ano? Não é preciso esperar que outro ano se inicie para renovar os propósitos ou traçar novos planos de vida. Acho que até vale renovar a tolerância, a paciência e a força-de-vontade; porque estas precisam de um incentivo maior para não se perderem pelo caminho.

Faltam apenas algumas horas para que o ciclo dos 365 dias do ano de 2008 se findem, mas apesar de não ter me sentido obrigada a traçar novas metas para o novo ciclo que se inicia, a pressão de fazer um balanço sobre o decorrer do ano é inevitável.
Acho que para simplificar tudo, tento mensurar o saldo do ano por meio das lágrimas. Pode parecer estranho, mas é que sou chorona e as benditas sempre teimam em cair dos meus olhos tanto nos momentos em que o coração bate apertado, como quando parece que ele vai sair pela boca por tanta alegria.

Chorei em despedidas, mas o motivo sempre foi bom, sinal de que nem eu, nem as pessoas de quem eu gosto pararam pelo caminho. Chorei de saudade, o que significa que tenho pessoas importantes, que apesar de estarem distantes fisicamente, sempre se mantiveram por perto do jeitinho que conseguiram. Chorei quando as mudanças vieram e não porque eram negativas, mas porque eu demoro a me adaptar, mas se elas chegaram, entendo como outro bom sinal; já que é importante termos retorno em relação àquilo que galgamos. Chorei por ter errado, mas aprendi. Chorei por amar, mas os frutos hoje colhidos me fazem manter a sensação de borboletas no estômago.
O saldo é positivo e valeu a pena! "O mundo é bão Sebastião".
Para 2009 quero fé, simplicidade, curiosidade, companheirismo, doçura, tranquilidade e alegria iguais às daqueles pequeninos que ainda conseguem contar os anos de vida nas mãos.

***P.S: ACEITA-SE DINHEIRO NO BOLSO, SAÚDE PRA DAR E VENDER Y ALGUNAS COSITAS MÁS E SÓ PRA DEIXAR REGISTRADO, ESSE FOI UM DOS MELHORES ENTRE TODOS OS OUTROS VINTE E UM NATAIS!***
Escrito por Lu Zani às 21h08
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RECEITA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;

novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?)

Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
***P.S.: Vamos em frente porque atrás vem gente***
Escrito por Lu Zani às 23h04
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CADA UM SABE ONDE APERTA O PRÓPRIO CALO
Não sei se você se recorda do seu primeiro caderno. Eu me lembro do meu. Com ele eu aprendi muita coisa. Foi nele que eu descobri que a experiência dos erros é tão importante quanto a experiência do acerto, porque vistos de um jeito certo, os erros nos preparam para as nossas vitórias e conquistas futuras. Porque não há aprendizado na vida que não passe pelos erros.
Caderno é uma metáfora da vida. Quando os erros cometidos eram demais, eu me recordo que a nossa professora nos sugeria que virássemos a página. Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços. Ao virar a página, os erros cometidos deixavam de nos incomodar e a partir deles a gente seguia um pouco mais crescido. O caderno nos ensina que os erros não precisam ser fontes de castigo, erros podem ser fontes de virtudes.
Na vida é a mesma coisa, o erro tem que estar a serviço do aprendizado. Ele não tem que ser fonte de culpas, de vergonhas.
Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida. Uma coisa é a gente se arrepender do que fez, outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpas nos paralisam, arrependimento não. Eles nos lançam para frente e nos ajudam a corrigir os erros cometidos.
Deus é semelhante ao caderno. Ele nos permite os erros para que a gente aprenda a fazer do jeito certo.
Você tem errado muito? Não importa. Aceite de Deus essa nova página de vida que tem nome de hoje. Recorde-se das suas lições do seu primeiro caderno. Quando os erros forem demais, vire a página.
(Pe. Fábio de Mello)
***P.S.: Tá fácil não, gente. Mas vamos que vamos pra poder fazer valer a pena!***
Escrito por Lu Zani às 01h33
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"MEU RISO É TÃO FELIZ CONTIGO"

Nem sempre o pão cai no chão com o lado da manteiga virado para baixo, nem sempre temos uma segunda chance e quase nunca temos real interesse em conhecer, além da superficialidade, as pessoas a quem queremos o bem. Falta tempo, falta disposição, falta, falta...Quanta perda de tempo, não?
Estamos de passagem, então por que não aproveitar para aprender, evoluir e fazer diferenças positivas nas vidas alheias. Só temos a lucrar.
Faz a diferença conhecer de verdade. Conhecer a ponto de saber, por exemplo, quando ele está triste sem sequer vê-lo. Saber também que ele tem uma pinta que é escondida pelo cabelo, uma cicatriz no pulso e leva o dedão à boca quando está pensando. É teimoso, demora para encontrar o off 01, mas depois que ele surge, a matéria sempre fica deliciosa.
Não consegue deixar de ser superprotetor ou de sofrer por antecipação. Apaixona-se com facilidade, tem preguiça de limpar a casa, usa camisas azuis com freqüência.
Não gosta de usar sapatos, vive comendo as cutículas e judiando dos dedos, anda de um jeito engraçado, é tímido, mas conversa sobre qualquer assunto quando é preciso. Gosta de paquerar, ouvir boa música e quando surgem problemas, parece um menino frágil, perdido, com vontade de voltar atrás. Tem facilidade em fazer amizades, mas nem sempre consegue cultivá-las.
É viciado em internet e pelas facilidades oferecidas por ela. Não suporta que duvidem dele, pensa que dinheiro na mão é vendaval, consegue otimizar o tempo sempre que quer, encontra soluções práticas e imediatas, dirige carros com confiança, é curioso e gosta de se sentir útil.
Não gosta de frio, mas adora praia, não gosta de "pepsi", mas adora "coca-cola" e comida japonesa. Não pode nem ver beterraba, mas descobriu que come couve-flor. Tem a boca linda, pintinhas tentadoras nas costas, paciência curta e não vive sem assistir telejornais. Quando ama se entrega e quando não gosta, tenta tolerar. Estrala o dedo dos pés durante a madrugada, tem o melhor abraço do mundo e não sabe esperar.
Com tudo isso, ele faz a diferença na minha vida e é por isso que eu quero fazer o mesmo por ele.
P.S. - Sou teimosa, mas nem tanto. Continuo querendo brincar de vida. Cada um cuida da sua e da minha, cuido eu!
Escrito por Lu Zani às 22h11
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AURÉLIO-CORONARIANO

Hoje eu gastaria um mundarel de dinheiro e até entraria no cheque especial só pra conseguir uma palavra que pudesse definir esse sentimento. Rezaria com os joelhos no milho e até abriria mão de um montão de coisas só para poder colocar pra fora essa sensação já antes vivida, porém, jamais com tamanha intensidade e satisfação.
Por isso sempre fui contra banalizar expressões por tanto repeti-las. Você já deve ter passado por aquele momento que teve vontade de dizer mais que obrigada a alguém. Mas obrigada é obrigada, não é mesmo? No máximo o agradecimento pode ser enfatizado com um “muitíssimo obrigada”.
Eu só queria dizer algo além de “eu amo você”, mas essa é a expressão máxima para demonstrar um sentimento, que na minha opinião, é o mais expressivo entre os seres humanos. Nele, são condensadas sensações de cuidado, carinho, dedicação, ternura e entrega. Espero que as demonstrações do dia-a-dia se encarreguem de satisfazer essa minha tal vontade e passem o recado.
Acho que fico com a definição de Mário Quintana mesmo...“Amor é quando a gente mora um no outro e ele só é lindo quando encontramos alguém que nos transforma no melhor que podemos ser”.
Escrito por Lu Zani às 15h25
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PROVA DOS NOVE
Cinco unidades de frustração, somadas a duas de desespero, mais três de tanto faz, menos uma de força de vontade, com um empurrão à distância, divididas por quatro dias de espera e outros tantos de saudade, multiplicadas por antigas casas decimais de ansiedade, mais 10% de quem costumava ser. Vejamos...sobe um, empresta dois e resta uma segunda-feira “novembrosa”. Exatas nunca foi minha área favorita, mas acho que nessa conta acertei. Passa a régua.

***Hoje não tem beijo e muito menos "me liga". Desculpaê!***
Escrito por Lu Zani às 19h17
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