A VIDA NÃO PARA

Lição do dia? O trevo de quatro folhas foi parar em outro jardim e a realidade bateu à porta pra ver se entendo de uma vez por todas que o mundo é egoísta e que preciso aprender a sê-lo também. Mais uma da série “Vivendo, mas nem sempre aprendendo”. P.S.: "Será que temos esse tempo pra perder?"
Escrito por Lu Zani às 22h56
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O BOM FILHO À CASA TORNA 
Depois de quase dez dias viajando e entrando e saindo de hotéis o que eu mais queria era mesmo ficar bemm longe de congestionamentos no trânsito e de hotel sem internet, poder fazer xixi sem ter que esperar por um banheiro ideal em restaurantes à margem de rodovias, não ter que abrir e tirar roupas de malas e, principalmente, poder descansar na própria cama. Mas valeu muito. E de bandeja, vieram boas novas! Em breve prometo que conto. 
Mudando um pouco de assunto...já escrevi várias vezes aqui no blog sobre a necessidade de palavras mais significativas que as já existentes para expressar algo muito especial. Certa vez li sobre um personagem que inventou uma palavra (IDE), mas não sabia qual significado poderia dar à ela. Nós dois também resolvemos entrar na onda do neologismo por pura necessidade afetiva e criamos o SEMILO. O significado? Esse só tem no nosso aurélio coronariano. 
P.S.: O dia das crianças vai ser na companhia da pequenina mais gostosa desse mundo!!!
Escrito por Lu Zani às 23h47
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CONTINUA LINDO
Sensação de nó na garganta! A voz some e quando volta, faltam as palavras e a capacidade de expressão se restringe ao sorriso que se assemelha ao de criança quando consegue dar a primeira pedalada em sua primeira bicicleta sem rodinhas. Não há como descrever ao certo a sensação diante de praias com água de um azul, que de tão claro, chega a ficar quase transparente. Sei que é difícil de acreditar, mas veja com seus próprios olhos.  
Confesso que não sou fã exímia do Rio de Janeiro, mas ter contato com as praias do interior do estado foi uma experiência deliciosa. Cabo Frio, Arraial do Cabo, praia do Forte, das Conchas e Búzios. Agora, Copacabana. Essa eu já conhecia, mas ficar hospedada em frente a ela é bem diferente. Dá pra ver todo o movimento e dormir ao som do mar. 
Hoje foi dia de conhecer a redação de jornalismo da Globo no Rio. A única diferença de lá para as nossas redações é que entre os jornalistas estão velhos conhecidos graças às telas das TVs. Na saída ainda vimos a Fátima Bernardes fazendo o lanche da tarde em um tradicional bar (ou boteco, como dizem os cariocas) que fica em frente à emissora. Prometo continuar atualizando o restante da nossa viagem. Escrevi nossa porque estou com a melhor companhia desse mundinho redondo e pequeno. Mas sobre aquele com quem minha felicidade se torna maior não vou escrever agora pra que o post não fique gigante. 
Como diria um repórter por aí...”que coisa, que coisa!”
Escrito por Lu Zani às 21h05
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