LUCÉLIA ZANI

Mente aberta porque é o jeito dela de encarar a vida e pés no chão para saber ponderar. Ansiosa desde o berço, reza porque sabe que não falha e é jornalista porque, às vezes, a emoção sobrepõe a razão. Moleca por essência e companheira com veemência por não saber lidar com a solidão. Se deixa ler só para extravasar e acredita que é no caminho que aprende a caminhar! , de 20 a 25 anos, Portuguese



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***Cantinho da Lu***


ARROZ, FEIJÃO, BATATA E MACARRÃO

Comer, comer é o melhor para poder crescer. Não é assim que aprendemos e ensinamos? Hoje dou o braço a torcer e  registro que cozinhar também pode ser uma atividade gostosa.

Como fica claro no filme Ratatouille, qualquer um pode cozinhar. Para quem não assistiu a animação, explico. É um rato que se descobre cozinheiro e acaba fazendo parte da cozinha de um grande restaurante. Claro que é ficção, mas dons culinários podem surgir de onde e quando menos esperamos

É verdade que nunca tive o hábito ou a obrigação de ir para o fogão, mas sempre fui muito observadora naqueles encontros de família aos domingos, quando os homens ficam na sala assistindo TV e as mulheres na cozinha (vulgo clube da Luluzinha) conversando e preparando a refeição.

Hoje me aventuro a cozer quase tudo, mas o resultado do prato é sempre uma surpresa mesmo que não seja a primeira vez que eu prepare a receita. Essa torta de limão da foto principal de hoje foi preparada ontem e a quatro mãos. Se ficou boa? Só restam dois pedaços, então acho que deu certo.

Pra mim, ir para a cozinha é um ato de doação e um momento singular para refletir sobre seja lá o que for. A maior recompensa é ver as pessoas saboreando com vontade. Se for uma criança então, ah, dá até pra esquecer das louças sujas que ficam pra lavar (é, ainda não encontrei alguém que se anime em lavar louças).

P.S.: Domingo mais entediante só se for sentando na poltrona pra assistir o programa da Eliana.



Escrito por Lu Zani às 18h13
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SETE VIDAS

Quando pequena perdi vários gatos e gatas por maldade alheia. A maioria deles foi envenenada. Hoje fiquei triste mais uma vez e o motivo é o mesmo do passado. A Flor, gatinha marrenta da minha mãe sumiu. Ela era o xodó da casa e uma puxa-saco declarada da minha mãe. Eram tão grudadas que quando a dona Luiza precisava sair era preciso manter a Florzinha em um dos quartos da casa para que ela não entrasse em desespero.

A Flor era castrada, mas apesar disso vivia num terreno ao lado da casa e bastava escurecer para que ela voltasse para dormir no sofá ou em cima da geladeira. Pasmem, a metida tinha até uma passagem construída especialmente para ela por pedreiros durante as obras da residência.

Ainda não sabemos o motivo do desaparecimento da gata, mas vizinhos disseram que a viram com sintomas de envenenamento ali por perto. Independentemente do motivo, é triste e inevitável sentir saudade daquela marrentinha que corria de medo quando ouvia o barulho dos saltos dos meus sapatos.

A vida continua e essa postagem é só para confortar minha mãe e deixar claro que elas se aproveitaram bastante. E tem mais, os gatos tem sete vidas, lembra? Ela só se tornou a dama de companhia de outra dona que a trata como a companheira que ouve e fica ao lado sem reclamar.

P.S.: Já dá pra fritar ovo na testa com tanta calor!



Escrito por Lu Zani às 19h44
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SEXTA-FEIRA, 13

 

 

Essa é a Petúnia (vale ressaltar que não fui eu que escolhi o nome da coitadinha). Ela é a gatinha preta que pretendo raptar da casa da minha mãe.

Apesar da "sexta-feira 13", o único fato de azar do dia foi uma super topada com o joelho na quina da cama. Não vou mentir, não. Os olhos ficaram cheios de lágrimas, vi estrelinhas e, quase que instantaneamente a mancha roxa apareceu.

Pra variar o calorão foi o mandante do dia. Toda vez que reclamo das altas temperaturas acabo me lembrando dos trabalhadores cujas funções exigem que as atividades sejam feitas diante do sol. Pedreiros, cortadores de cana, mototaxistas e afins. Aí a sensação é de que eu não tenho direito de me queixar.

Voltando a falar sobre terror e sexta-feira 13, ontem fomos assistir "Jogos Mortais VI". Eu achava que o quarto filme era o mais nojento, mas o mais recente deles é, sem dúvida, o mais forte. Pelamordedeus! Se você ainda não viu o filme e pretende experimentar, sugiro que esteja com o estômago vazio. Vamos fazer um jogo?rs

P.S.: Agora não somos nós que devemos ter medo dos gatos pretos, eles é que tem medo porque passaram a fazer parte do cardápio de muita gente com titica na cabeça!



Escrito por Lu Zani às 21h59
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NOS BRAÇOS DE MORPHEUS

Teve que ser nos braços de Morpheus, Deus do sono mesmo, já que o Pipoca não estava em casa.

Já ouvi muita gente dizer em algum dos dias da semana que era mesmo dia pra não ter tirado os pés da cama. Claro que também disse a mesma frase várias vezes durante os meus vinte e poucos anos. Pois bem, hoje foi o que eu fiz, passei a manhã, a tarde e parte da noite na cama. Não que eu estivesse doente ou sem nada para fazer, mas pude permitir minha vontade e não pensei duas vezes em fazê-la.

Durante o pouco ou pouquíssimo tempo que permaneci acordada fui obrigada a acompanhar só informações sobre o apagão. Quando o estômago começou a reclamar da falta de atenção  tratei de comer cereal com leite e voltei para o refúgio. Agora há pouco acordei e percebi que estava escuro, então levantei pra preparar uma jantinha rápida. Confesso que não estava com fome alguma, mas não posso deixar de me preocupar com o grandão daqui de casa.

Acabei de ver uma cena que logo depois me motivou a questionar porque cargas d'água tirei a cabeça do travesseiro. Só aí percebi que alguma coisas não mudam e que de outras não dá pra correr. O jeito é abrir os olhos, respirar fundo, agradecer a Deus, tomar um belo banho e ir sorridente às labutas do dia pra não perder tempo.

P.S.:Ai, ai!



Escrito por Lu Zani às 20h18
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MEDO DE ESCURO

Como diria Marisa Monte com sua voz de veludo, "apagaram tudo"!!!

Essa foto foi publicada agora há pouco pelo uol e mostra o improviso encontrado pelo funcionário de um hotel em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Por conta de problemas na usina de Itaipu, um apagão que atinge várias cidades do Brasil e Paraguai começou pouco depois das dez horas da noite e até agora não há previsão para que a situação volte ao normal. Imagine São Paulo e Rio de Janeiro sem semáforos e metrôs funcionando. Aqui em Ribeirão, como dá pra perceber, não fomos afetados e não pude deixar de postar. As luzes apenas piscaram, mas logo estavam estáveis.

Na TV os apresentadores de telejornais não tem informações precisas e pra "ajudar" orientam para que as pessoas não saiam de casa e tomem cuidado com a combinação da violência com o apagão.

Estou me sentindo dentro daquele episódio do pica pau quando os jornalistas avisam para que os moradores saiam de suas casas porque o local está sendo invadido por etês. Eu, heim!

P.S.: Ah, é verdade, tenho mais medo de escuro que de barata!



Escrito por Lu Zani às 23h41
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PARTICIPAR

 

Entre os passeios do recente fim de semana teve a ida ao Parque do Gorilão, no Novo Shopping de Ribeirão (que nem é mais tão novo assim). Já deu pra perceber que eu não saí de lá do mesmo jeito que entrei, não é?

P.S.: O natal está chegando, mais um ano dando tchau e todo mundo preocupado com a minissaia da Uniban. Será que dá pra cuidar da vida?

 



Escrito por Lu Zani às 19h30
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O QUE EU QUERO?

SOSSEGO!!!

P.S.: Privacidade e comprometimento também.



Escrito por Lu Zani às 22h24
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MIMOS

 

 

Para quem não sabe, mimo tem o mesmo significado que presente. E no caso dessa postagem, acho que foram mimos merecidos. Vou contar parte deles!

 

Hoje não dá nem pra reclamar do dia pra lá de quente. Qualquer forma de refresco, mesmo combinadas umas as outras não foram capazes de aliviar de forma suficiente a alta temperatura. Mas não dá mesmo pra choramingar, porque em contrapartida é dia de agradecer a Deus por tantas boas novas que não poderiam ter chegado em melhor hora.

 

Agora a vida muda de novo. Vamos deixar Ribeirão, cidade boa demais pra viver. Os motivos e os diferentes rumos conto numa próxima. Felizmente são fatores muito positivos.

 

O fim de semana foi divertido, entre amigos e amigas das antigas que hoje estão todos casados, com filhos, novos planos e novas colorações de cabelo. Pois é...o tempo voa e a poupança Bamerindus já foi pro saco, mas a gente continua tentando e feliz.

 

 

 

 

 A manhã começou com um pequeno susto, que logo passou. Criança doente deixa a gente com sensação de impotência, não é mesmo? Quem tem filhos, sobrinhos, enteados ou qualquer tipo de convivência com pequeninos deve entender bem o que quero dizer. Como diz uma tia; criança é igual passarinho, na mesma hora que fica triste volta a ficar alegre e sorridente. Bom que seja assim.

 

P.S.: Mantra do dia: inspire e respire!



Escrito por Lu Zani às 19h55
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